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Por um mundo que se leve menos a sério (update)

22 de Abril de 2007 · 5 Comentários

O que é que você está fazendo aqui? Este texto foi escrito em Abril 2007. Tá velho. Defasado. É inútil. Tenho certeza de que há alguma coisa mais nova e interessante por aqui.

Para quem ainda tem alguma dúvida, a própria Sônia já esclareceu que fez o vídeo de livre e espontânea vontade, se divertiu um monte, assiste a si mesma todos os dias e se mata de rir (também já deu autógrafo e elegeu o estudante que fez o vídeo seu “empresário”, com quem tem planos para novos vídeos). Nas palavras dela: “Estou achando maravilhoso, uma bênção de Deus”.

Pode parecer exagero, mas saber RIR DE SI MESMO É SIM UMA BENÇÃO DE DEUS. Pensem nisso.

5 Comentários

  • Em 22 de Abril de 2007 22:19, Fernanda disse:
    • Em 23 de Abril de 2007 00:22, Paula disse:

      ADOREI!

      • Em 23 de Abril de 2007 13:01, zel disse:

        paula, eu acho massa ela rir de si mesma, mas não gosto da iniciativa do estudante, não. ele que fizesse um vídeo DELE PRÓPRIO pagando mico, isso sim me parece mais divertido. a coisa toda só fica legal porque ela entrou na onda e acha graça. se ela se sentisse constrangida (e não seria estranho nem errado), a história seria bem outra…

        (vi de novo o vídeo das árveres, ainda é imbatível :D)

        • Em 23 de Abril de 2007 13:26, Paula disse:

          zel, se ela não soubesse do que se tratava ou se tivesse se sentido de alguma forma constrangida, eu também seria contra. mas pelo (então) uso indevido da imagem dela, e não por causa do analfabetismo digital no Brasil ou outras milongas do gênero.

          • Em 23 de Abril de 2007 13:29, Paula disse:

            O que eu quero dizer com tudo isso é que os problemas existem e continuam existindo, com ou sem vídeo, com ou sem aprovação da Sônia, com ou sem o riso das pessoas. O vídeo definitivamente não é o problema. É nisso que esse povo que está tão irritadinho devia pensar. Aliás, deviam AGIR, se estão tão incomodados, porque de boas intenções o inferno está cheio. Aqui na minha faculdade o pessoal se organiza e vai lá no Harlem ensinar a quem precisa, em vez de fazer protestinho pra tia do tipo “nós precisamos nos conscientizar de que”.